“Candidatura Lula é a única alternativa real de derrota do golpe”, diz Rui Costa Pimenta
O presidente do PCO, em entrevista à TV 247, afirmou que reformas efetivas serão exigidas de um eventual governo Lula, mas destacou que seu apoio à candidatura do ex-presidente é incondicional. “Objetivamente, a candidatura do Lula é um enfrentamento do golpe”. Assista
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247 - O presidente do PCO, Rui Costa Pimenta, reafirmou seu compromisso com a candidatura de Lula à Presidência da República em 2022, uma vez que ela representa a oportunidade mais concreta de dizimar o golpe parlamentar de 2016, que tirou Dilma Rousseff do poder e abriu o caminho para a destruição da economia nacional.
Justamente por conta dessa destruição de direitos, reformas efetivas serão exigidas. “Nós não vamos nos contentar com meias medidas. Vamos exigir do governo que ele vá fundo nas reformas sociais. Inclusive, em meu discurso na Avenida Paulista, falei que nós não queremos só o Bolsa Família. Queremos também o pleno emprego, a diminuição da jornada de trabalho, a restituição dos direitos trabalhistas. Vamos exigir isso do governo Lula, não como oposição, não para queimar o governo. E sim como parte de um movimento que vê o governo Lula como um governo popular e quer transformações mais efetivas. E vamos defender o governo contra todos os ataques da direita e um eventual golpe de Estado, porque a ameaça está presente na América Latina nesse momento”, disse. “Acredito que o povo vai ser muito mais exigente com o Lula do que foi no primeiro governo. Muito mais”.
A candidatura de Lula deve ser defendida independentemente de alianças do PT com setores mais moderados da sociedade, afirmou o presidente do PCO. “A candidatura do Lula não é uma mera candidatura eleitoral. É a única alternativa, nesse momento, real de derrota do golpe. É um movimento político, queira ou não queira. O Lula tem a concepção dele sobre a eleição, o PT acha que tem que ser mais moderado. Mas, objetivamente, a candidatura do Lula é um enfrentamento do golpe. Se o Lula ganhar, não é que a burguesia não vai querer governar, mas as condições para isso vão ser muito mais complicadas para manter os ataques contra a população”, completou.
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