Campanha de Bolsonaro vai ao Ministério Público e TSE contra institutos de pesquisa

Pesquisas divulgadas na véspera do primeiro turno da eleição mostraram resultados bem divergentes do que foi apurado nas urnas

Fachada do TSE e Jair Bolsonaro
Fachada do TSE e Jair Bolsonaro (Foto: Roque de Sá/Agência Senado | REUTERS/Adriano Machado)


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247 - A campanha de Jair Bolsonaro (PL) acionou nesta terça-feira (4) a Procuradoria-Geral Eleitoral e o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) contra institutos de pesquisas, que erraram em larga medida a 'previsão' do resultado do primeiro turno da eleição presidencial. 

Os advogados que representam Bolsonaro querem, segundo a Folha de S. Paulo, uma investigação sobre supostas irregularidades ou crimes na divulgação dos números que divergiram do apurado ao final da votação, no domingo (2).

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As petições são direcionadas ao corregedor-geral eleitoral, Benedito Gonçalves, e ao procurador-geral eleitoral, Augusto Aras. O Ministério da Justiça também já foi acionado por bolsonaristas. O ministro da pasta, Anderson Torres, afirmou ter encaminhado o pedido à Polícia Federal. 

"As duas hipóteses relatadas —pesquisa fraudulenta ou pesquisa falsa— levam ao mesmo efeito naturalístico: a desinformação", argumentos os advogados de Bolsonaro.

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As representações têm como alvo os institutos (ou empresas que os financiam) Ipec, Datafolha, Ipespe, FSB, Genial, PoderData, Atlas, MDA e Paraná Pesquisas.

"As possíveis razões para divergências de resultados superiores às margens de erro divulgadas; e quais as medidas estão sendo adotadas para evitar que esse cenário se repita no segundo turno das eleições 2022 e nas próximas eleições", diz a campanha de Bolsonaro. 

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