Campanha bolsonarista teme queda em doações eleitorais após operação da PF que mirou empresários aliados

Avaliação da cúpula da campanha de reeleição de Jair Bolsonaro é que a ação da PF poderá reduzir o volume de doações por parte de grandes executivos e empresários

Bolsonaro e Alexandre de Moraes
Bolsonaro e Alexandre de Moraes (Foto: Isac Nóbrega/PR)


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247 - A cúpula da campanha de reeleição de Jair Bolsonaro (PL) demonstrou temer uma redução do volume de doações em função da operação da Polícia Federal, deflagrada na terça-feira (23), que cumpriu mandados de busca e apreensão contra empresários bolsonaristas suspeitos de defenderem o apoio a um eventual golpe de Estado, caso o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vença o pleito de outubro.  

“A equipe de Bolsonaro tinha a expectativa que boa parte dos empresários que foram alvos da operação policial determinada por Alexandre de Moraes contribuísse de maneira robusta para a candidatura e ajudasse na articulação com o segmento. Hoje, porém, há a avaliação de que o grupo está na mira do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou, inclusive, medidas como quebra de sigilo bancário e bloqueio de contas, e que, por isso, pode decidir fechar o cofre”, destaca a coluna da jornalista Bela Megale, de O Globo.

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A baixa arrecadação já era vista como um fator de preocupação pela cúpula da campanha bolsonarista e, segundo a reportagem, “é hoje um dos assuntos que mais preocupam os caciques políticos que estão à frente da campanha de Bolsonaro, como o presidente do PL, Valdemar Costa Neto. Até a semana passada, a campanha do presidente declarou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ter recebido pouco mais de R$ 50 mil”. 

Com a recusa de Jair Bolsonaro em pedir as doações, a captação de recursos vem sendo tocada principalmente pelo senador Flávio Bolsonaro e pelo candidato a vice na chapa bolsonarista, Walter Braga Netto.

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