Camilo Santana diz que movimento dos PMs foi um motim político

O governador do Ceará, Camilo Santana, afirma em entrevista que houve chantagem por parte dos amotinados. Para ele, foi um movimento mais político do que salarial e que o Congresso Nacional deveria aprovar lei proibindo anistia a quem empreende este tipo de ação

Camilo Santana, governador do Ceará. No detalhe, Cid Gomes quando foi baleado por amotinados da PM
Camilo Santana, governador do Ceará. No detalhe, Cid Gomes quando foi baleado por amotinados da PM (Foto: Manu Dias/GOVBA | Reprodução)


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247 - Em entrevista à jornalista Thaiza Pauluze da Folha de S.Paulo, Camilo Santana, governador do Ceará, opina sobre o motim da PM que durante 13 dias gerou uma crise política e agravou os problemas da segurança pública. Mais de 200 pessoas foram mortas, vítimas de crimes por falta de policiamento. 

O governador cearense considera justo o acordo que pôs fim ao movimento, assegura que seu governo está garantindo os direitos dos PMs, e reafirma sua  posição oposta à anistia a amotinados, pois "a polícia jamais pode deixar a população e o governador reféns".

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