Bruno Pereira pediu licença da Funai após ser exonerado por sub de Moro

Indigenista, que se encontra desaparecido, foi substituído na Funai por missionário evangélico durante gestão de Sergio Moro na Justiça

Divulgação/Funai/Arquivo | Reprodução Twitter/@domphillips | Ricardo Lima/Reuters
Divulgação/Funai/Arquivo | Reprodução Twitter/@domphillips | Ricardo Lima/Reuters (Foto: Indigenista Bruno Pereira — Foto: Reprodução/TV Globo)


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247 - Desaparecido desde o último domingo, quando percorria uma região ao lado do Vale do Javari, o indigenista Bruno da Cunha Araújo Pereira era, até outubro de 2019, o responsável pela Coordenação Geral de Indígenas Isolados e de Recente Contato (CGIIRC) da Fundação Nacional do Índio (Funai) até ser substituído por um missionário evangélico com pouca experiência no assunto.

Segundo antigos colegas, ele deixou o posto por "incompatibilidade" com o atual presidente da Funai, o delegado da Polícia Federal Marcelo Xavier, e com as diretrizes do governo de Jair Bolsonaro para a fundação, informa o UOL.

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A exoneração foi assinada pelo então secretário-executivo de Sérgio Moro no Ministério da Justiça, Luiz Pontel, e pelo presidente da Funai, o delegado Marcelo Augusto Xavier da Silva. Segundo colegas de Pereira, o ato foi o estopim para que ele pedisse licença do órgão. Procurado, Moro disse que não iria comentar. A Funai não respondeu aos questionamentos da reportagem até o momento.

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