Breno Altman: bolsonarismo é uma coletânea de crimes
O jornalista Breno Altman afirma que “Bolsonaro e outras figuras que compõem o governo é a cara da elite brasileira e a sua parcela de podridão” e episódios como a prisão de Fabrício Queiroz e a fuga de Weintraub expõe a “coletânea de crimes do bolsonarismo”
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247 - O jornalista Breno Altman, em análise à TV 247, avalia que a prisão do ex-assessor de Flávio Bolsonaro, Fabrício Queiroz, e a fuga do ex-ministro da Educação Abraham Weintraub para os EUA evidenciam que o “bolsonarismo é uma coletânea de crimes”.
Na visão do jornalista, “o governo Bolsonaro representa a cara da elite brasileira e sua parcela de podridão”, e “quanto mais esses episódios acontecem, maior é a chance das pessoas perceberem o que é o bolsonarismo”.
“Eu quero que aconteçam mil casos Weintraub, eu acho lindo”, ironiza ele.
Saiba mais
Em poucos dias, dois escândalos abalaram o governo Bolsonaro: o advogado de Flávio, Frederick Wassef, escondeu durante um ano Fabrício Queiroz em uma chácara em Atibaia. Queiroz é acusado de ser o operador no esquema de rachadinha no gabinete de Flávio, quando ele era deputado estadual no Rio de Janeiro.
Ex-assessor e amigo pessoal do clã, Queiroz foi preso na última quinta-feira (18) e transferido para o presídio Bangu 8, localizado no Rio de Janeiro.
No caso Weintraub, que está sendo investigado no esquema de fake news e disseminação de ataques às instituições, a situação é ainda mais grave. Ao adiar sua exoneração, Bolsonaro ajudou Weintraub a fugir do Brasil rumo a Miami, na última sexta-feira (19), com um passaporte diplomático, no momento que a entrada de brasileiros nos EUA está bloqueada por conta do coronavírus.
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