Brasil fica de fora do primeiro lote da Covax, aliança global pela distribuição de vacinas contra a Covid-19
O Brasil ainda precisa completar "procedimentos burocráticos" para que a importação dos imunizantes seja autorizada. Somente ontem (1) o governo sancionou a lei que permite ao país importá-los. Colômbia, Peru, Bolívia e El Salvador serão os primeiros a receber as doses nas Américas
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247 - Enquanto o primeiro lote de vacinas da Covax, aliança global pelo desenvolvimento e distribuição de imunizantes contra a Covid-19, chega às Américas, o Brasil tenta correr atrás para garantir suas doses.
O país ainda precisa completar "procedimentos burocráticos" para que a importação seja autorizada. Apenas nesta segunda (1) foi sancionada a lei que permite adquirir as vacinas do consórcio.
Com o atraso, ainda não foi estabelecida uma data para a chegada das vacinas no país. A previsão é de que 2.9 milhões de doses da vacina da Universidade de Oxford/AstraZeneca virão ainda em março.
No primeiro semestre, virão 9.1 milhões de doses, e para o segundo foram solicitadas 42 milhões.
A aliança visa assistir países em desenvolvimento que têm dificuldade em estabelecer contratos com as farmacêuticas multinacionais produtoras dos imunizantes.
Principalmente os países mais pobres nas Américas serão beneficiados. Colômbia, Peru, Bolívia e El Salvador serão os primeiros a receber as doses.
As informações foram reportadas na coluna de Jamil Chade, no Uol.
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