Boulos sobre fim do Bolsa Família: 'o mercado fica quieto. E tem quem acredita que em 2016 o problema era a pedalada fiscal'

O líder do MTST, Guilherme Boulos, destacou que Jair Bolsonaro "acaba com o maior programa de combate à fome da história" e criticou apoiadores do golpe contra Dilma Rousseff

Guilherme Boulos
Guilherme Boulos (Foto: Felipe L. Gonçalves/Brasil247)


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247 - O líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, criticou a iniciativa do governo em acabar com o Bolsa Família e sua tentativa de aprovar a PEC dos Precatórios, o que, segundo aliados de Jair Bolsonaro, será para realocar o dinheiro no programa Auxílio Brasil em 2022, ano eleitoral. Na prática, Bolsonaro pode receber um cheque em branco de quase R$ 90 bilhões. 

"O governo Bolsonaro acaba com o maior programa de combate à fome da história e condiciona uma mudança bilionária na Constituição para voltar a pagar um auxílio com prazo eleitoral. O 'mercado' fica quieto. E tem quem acredita que em 2016 o problema era a 'pedalada fiscal'", afirmou o ativista no Twitter. Naquele ano, então presidente Dilma foi inocentada tanto pelo Ministério Público como por uma perícia do Senado. 

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Aprovada em primeiro turno na Câmara, a PEC dos Precatórios A proposta precisa ser aprovada em segundo turno para depois ir ao Senado, onde também necessitará de aprovação em dois turnos.

De acordo com as regras atuais, números do governo indicaram um pagamento com precatórios de R$ 89 bilhões em 2022 - foram R$ 54,7 bilhões em 2021. Os quase R$ 90 bilhões são o valor que Jair Bolsonaro terá para gastar em ano eleitoral. 

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