Bolsonaro tenta barrar relatório sobre assessor após ordem de Alexandre de Moraes à PF

Moraes determinou à PF que seja feita em até 15 dias uma análise detalhada sobre a quebra do sigilo telemático do coronel Mauro Cid, ajudante de ordens de Bolsonaro

Bolsonaro, general Mauro Cid e Alexandre de Moraes
Bolsonaro, general Mauro Cid e Alexandre de Moraes (Foto: Reprodução | STF)


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247 - A Advocacia-Geral da União contestou, nesta sexta-feira (6), a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), de mandar a Polícia Federal produzir um relatório sobre o coronel Mauro Cid, ajudante de ordens de Jair Bolsonaro.

Na segunda-feira (2), Moraes determinou à PF que seja feita em até 15 dias uma análise detalhada sobre a quebra do sigilo telemático de Cid, informa a Folha de S.Paulo

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Para a AGU, sem qualquer pedido formulado pela Procuradoria ou pela polícia, o ministro insiste em diligências desnecessárias e parece estar pautado na estratégia da apuração genérica que busca elementos incriminatórios aleatoriamente, sem qualquer embasamento prévio.

Autorizada por Moraes a pedido da PF, a quebra do sigilo telemático do coronel Cid contribuiu com informações que levaram a seu indiciamento pela delegada Denisse Dias Ribeiro, encarregada do inquérito. A policial atribuiu conduta criminosa a Bolsonaro. 

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A delegada enquadrou o ajudante de ordens pela prática do crime de violação de sigilo funcional, "considerando que, na condição de funcionário público [o coronel] revelou conteúdo de inquérito policial que deveria permanecer em segredo até o fim das diligências".

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