Bolsonaro não vai mudar de opinião sobre vacina, mas isso não se reflete na eleição, diz líder do governo

"O governo Bolsonaro teve uma postura, e o presidente Bolsonaro teve outra postura", disse o líder do governo na Câmara, Ricardo Barros

(Foto: Jefferson Rudy)


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247 - Jair Bolsonaro deverá manter a linha negacionista que vem adotando e seguir questionando a eficácia das vacinas contra a Covid-19. De acordo com o líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR), o posicionamento não deverá ter repercussão eleitoral em 2022, apesar do país registrar mais de 600 mil mortes provocadas pela doença desde o início da pandemia. 

 “Todas as vacinas foram pagas pelo governo federal. O presidente tem sua opinião e não vai mudar. Este eventual desgaste não vai refletir positivamente nem negativamente, porque o assunto vacina estará superado na eleição. Nós compramos todas as vacinas que foram aplicadas no Brasil. O governo Bolsonaro teve uma postura, e o presidente Bolsonaro teve outra postura. Ele teve serenidade de não impor a sua posição ao governo”, disse Barros ao jornal O Globo

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Na entrevista, Barros minimizou o fato de Bolsonaro estar estagnado em cerca de 20% do eleitorado e o fato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva estar à frente de todas as pesquisas de intenção de voto. “O momento eleitoral vai ser totalmente diferente. Nossos problemas até agora eram economia, pandemia, as pessoas com medo de pegar Covid e morrer. Daqui a um ano, vamos estar discutindo a inflação, que me parece será o tema que vai perseverar. A avaliação do governo vai estar sendo feita sobre outros parâmetros”, disse.

Ainda segundo ele, a terceira via, que tenta viabilizar o o ex-juiz Sergio Moro, condenado por parcialidade nos processos contra Lula,  não deverá avançar na disputa presidencial. “O centro vai estar pulverizado em várias candidaturas. Se nós tivermos várias candidaturas, é muito difícil que alguém tenha espaço para chegar à frente de Lula ou Bolsonaro para estar no segundo turno. E, no segundo turno, Bolsonaro é o franco favorito”, avaliou.

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