Por evangélicos, e contra a bancada do Centrão que o apoia, Bolsonaro afirma veto a cassinos e jogos de azar

"Nossa posição é apenas uma. É veto ao projeto”, disse. Com a declaração, ele abandona uma de suas bases, mas agrada bancada evangélica

(Foto: Reprodução | ABr)


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Metrópoles, 247 - O presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a afirmar nesta segunda-feira (17) que a posição do governo sobre a eventual aprovação, pelo Congresso Nacional, de um projeto de lei que regulamenta o jogo do bicho e outros jogos de azar, como  bingo, jogo do bicho e corrida de cavalo, além de cassinos, está direcionada para o veto da proposta.

Durante uma entrevista à Rádio Viva FM, do Espírito Santo, Bolsonaro disse que existe uma “briga interna muito grande por parte do Parlamento” e que deputados e senadores já articulam uma eventual derrubada do veto presidencial, caso o chefe do Planalto o faça.

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Segundo o presidente, jogos de azar "não são bem-vindos no Brasil". “É uma porteira que abre, porque a gente não sabe o que pode passar depois dela aberta. Nossa posição é apenas uma, tranquilamente. É veto ao projeto”, disse, em referência ao projeto aprovado pela Câmara dos Deputados em regime de urgência, no mês de dezembro, numa articulação de Arthur Lira. A bancada evangélica havia conseguido adiar a análise do projeto. 

Com a declaração, o chefe de governo abandona uma de suas bases. Durante a campanha de 2018, a família de Bolsonaro recebeu apoio da família Abrahão David, conhecida no RJ pelas relações com o jogo do bicho.

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Leia a íntegra no Metrópoles

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