Bolsonaro lamenta não ter cometido crime contra Lei de Acesso à Informação

Ao dizer que poderia ter eliminado a gravação da reunião ministerial de 22 de abril, Bolsonaro confessa que esteve a prestes de cometer um crime contra a Lei de Acesso à Informação. A destruição de chips com gravações citada por ele é ilegal, segundo ex-ministro da Controladoria-Geral da União

Reunião ministerial de 22 de abril
Reunião ministerial de 22 de abril (Foto: Marcos Correa/PR)


✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.

247 - Se Jair Bolsonaro tivesse destruído o chip da reunião ministerial de 22 de abril, como disse a apoiadores neste domingo (24), ele teria infringido a Lei de Acesso à Informação. 

A avaliação é de Valdir Simão, ex-ministro da Controladoria-Geral da União. Ele também afirma que causa preocupação a possibilidade de que os registros das demais reuniões estejam sendo eliminados, informa a coluna Painel da Folha de S.Paulo.

continua após o anúncio

O ex-ministro da Controladoria diz que dados reservados são sigilosos por cinco anos, os secretos por 15 anos, e os ultrassecretos por 25 anos, inclusive mensagens de celular. 

iBest: 247 é o melhor canal de política do Brasil no voto popular

Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247

continua após o anúncio

Ao vivo na TV 247

Cortes 247