Bolsonaro defende “remédio que mata piolho” contra Covid e diz que lockdown é “politicamente correto”

"Alguns ridicularizam a gente...", lamentou o presidente, que diz não se incomodar em ser chamado de "Capitão Cloroquina"

Jair Bolsonaro e o presidente da Caixa, Pedro Guimarães
Jair Bolsonaro e o presidente da Caixa, Pedro Guimarães (Foto: Reprodução)


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Revista Fórum - O presidente Jair Bolsonaro segue insistindo no uso de medicamentos de eficácia não comprovada contra a Covid-19. Durante live realizada nesta quinta-feira (18), ele atacou medidas de isolamento e disse que seguirá defendendo o uso de “remédio que mata piolho” contra a doença.

“Se você não quer fazer o tratamento inicial, com aquele remédio que mata piolho, fica na tua. Deixa aquela pessoa que quer tomar, que tome, pô! Eu tomei o meu”, declarou. O presidente, desta vez, evitou falar o nome das medicações e ficou a live inteira sem falar as substâncias que ele tanto defende.

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Segundo Bolsonaro, o objetivo dele com esse medicamentos que não funcionam é “salvar vidas” e disse que não recomenta do isolamento social rígido, o lockdown, por uma questão de “consciência”.

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