Bolsonaro defende demissão de brasileiro pela OEA, segundo jornalista
Paulo Abrão foi derrubado do posto por uma decisão do secretário-geral da OEA, Luis Almagro
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247 - O governo brasileiro indica reconhecer a decisão da cúpula da Organização dos Estados Americanos (OEA) de vetar o brasileiro Paulo Abrão para o cargo de secretário-geral da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), segundo Jamil Chade no UOL. O brasileiro foi derrubado do posto por uma decisão do secretário-geral da OEA, Luis Almagro.
Paulo Abrão, segundo Chade, “durante seu mandato na agência continental, denunciou violações em diferentes países, inclusive na Venezuela, Colômbia, Bolívia, EUA e Brasil. Ele chegou a visitar o projeto de muro que os americanos pensavam em construir na fronteira com o México para denunciar a situação. Já Almagro é visto como uma pessoa próxima ao governo americano". O secretário-geral é defensor de golpes na América do Sul, como na Bolívia.
O posicionamento do governo de Jair Bolsonaro, ao aceitar a decisão de Almagro, é mais uma vez uma demonstração da política de submissão aos Estados Unidos e diverge, por exemplo, da posição da Argentina que “emitiu um comunicado em que se nega a aceitar a ingerência da cúpula da OEA na Comissão”.
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