Bolsonaro contraria empresários do setor de turismo, bares e restaurantes, e rejeita volta do horário de verão
Comércio pediu que relógios fossem adiantados em uma hora a partir de outubro, como ocorria até 2018, para aquecer as vendas, mas Bolsonaro ignorou apelo
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247 - O governo federal descartou adotar horário de verão a partir de outubro e, com isso, contrariou pedido de comerciantes, que defendiam a medida para aquecer o movimento.
A declaração foi dada por Jair Bolsonaro à CNN em sua visita pelo interior de Tocantins. Segundo a emissora, Bolsonaro disse que a população já se acostumou com o fim do horário de verão.
Para Bolsonaro, a mudança do relógio prejudicava a maioria da população.
Os comerciantes do setor de turismo e alimentação defendiam o horário de verão porque, com ele, a maioria das pessoas deixava o trabalho ainda com a luz do sol e aproveitava a sensação do dia mais prolongado para sair com a família e amigos.
Estudos apresentados pelo governo dão conta de que o horário de verão, adotado no Brasil pela primeira vez em 1931, não gerava economia de energia, como no passado.
Isso porque o consumo aumentaria mais entre 11 da manhã e 15 horas, quando há mais aparelhos de ar condicionado ligados.
Em países da Europa, no entanto, o horário de verão continua a ser adotado. Nos Estados Unidos, o Senado aprovou projeto de lei para tornar essa mudança permanente a partir de 2023.
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