Bolsonaro aparelha Embrapa com ruralistas e inicia processo de desmonte de centros de pesquisa
Processo de desmonte a Embrapa, chamado por Jair Bolsonaro de “repontecialização”, inclui desde um Plano de Desligamento Incentivado, terceirização de algumas atividades-meio e chega à venda de imóveis e ao fechamento de centros de pesquisa da instituição
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Revista Fórum - Aliados da ministra Tereza Cristina (DEM-MS), os ruralistas Pedro de Camargo Neto, vice-presidente da Sociedade Rural Brasileira (SRB), e Daniel Carrara, diretor-geral do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), ligado à Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), foram nomeados por Jair Bolsonaro para ocupar cadeiras do Conselha de Administração da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) a partir do mês de março.
Alvo de um “choque de gestão”, após críticas sobre privatização, a principal estatal de pesquisa agropecuária brasileira está passando por um processo de desmonte chamado por Bolsonaro de “repontecialização”.
Segundo reportagem do Valor Econômico, a estratégia inclui desde um Plano de Desligamento Incentivado (PDI), que já teve adesão de 1,3 mil funcionários, passa pela terceirização de algumas atividades-meio e chega à venda de imóveis e ao fechamento de centros de pesquisa.
Leia a íntegra na Fórum.
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