Bolsonaro admite possibilidade de corrupção na Saúde: "pode ser que apareça algum problema"

O chefe do governo federal disse ser difícil a fiscalização em uma pasta tão grande quanto o Ministério da Saúde: "o orçamento diário dele é de R$ 550 milhões. Não é fácil você coordenar, fiscalizar e executar esse recurso"

Marcelo Queiroga e Jair Bolsonaro
Marcelo Queiroga e Jair Bolsonaro (Foto: Alan Santos/PR)


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247 - Em viagem a Presidente Prudente, interior de São Paulo, neste sábado (31), Jair Bolsonaro admitiu em discurso após visita ao Hospital de Esperança a possibilidade da existência de casos de corrupção no Ministério da Saúde.

Segundo o chefe do governo, ele já conversou com o ministro da pasta, Marcelo Queiroga, sobre a dificuldade de fiscalizar um ministério do tamanho da Saúde. "Sempre digo ao Queiroga: pode ser que apareça algum problema no ministério dele, afinal de contas, o orçamento diário dele é de R$ 550 milhões. Não é fácil você coordenar, fiscalizar e executar esse recurso. Mas repito, se aparecer algum problema, eu e Queiroga seremos os primeiros a colaborar com as investigações e chegar na responsabilização dos possíveis culpados".

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 Ele ainda afirmou que Queiroga já se adaptou à sua maneira de trabalhar. “Queiroga se adaptou rapidamente à minha maneira de trabalhar. Liguei para o Queiroga e falei: Nós vamos ter que Copa América, ele falou: ‘Presidente, precisamos de um protocolo’. Eu falei: Quanto tempo vai demorar Queiroga? ‘Ah, poucos dias’. Queiroga, é agora, é o protocolo da Libertadores. ‘Sim, senhor presidente’. E resolvemos em 10 minutos a questão da Copa América”.

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