Bolsonaro adia pagamento de internet a alunos de escolas públicas

Governo Bolsonaro editou MP que adia prazo para destinar R$ 3,5 bilhões para garantir conectividade para estudantes e professores

Casos da Covid-19 disparam nas escolas de SP
Casos da Covid-19 disparam nas escolas de SP (Foto: Agência Senado)


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247 - Depois de vetar a lei e brigar na justiça para não fornecer internet a alunos de escolas públicas, agora o governo Jair Bolsonaro editou uma medida provisória para não cumprir a lei. O ato estendeu o prazo - que venceria nesta quarta-feira (04) - para que a União investisse R$ 3,5 bilhões em conexão para alunos e professores de escolas públicas.

Como uma medida provisória tem força de lei e passa a valer no dia que foi editada, o texto precisa ser aprovado pelo Congresso em até 120 dias e, caso isso não ocorra, perde a validade. Ou seja,  cerca de 18 milhões de estudantes pobres, que fazem parte do Cadastro Único ficarão sem acesso à internet para concluir os estudos de forma remota. 

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Segundo reportagem  do jornal Folha de S. Paulo, o governo Bolsonaro nunca previu recursos para a educação nos instrumentos de apoio financeiro durante a pandemia. O ministro da Educação, pastor Milton Ribeiro, sempre se posicionou contrário à lei, apesar de o MEC não ter tido protagonismo nesse período nos desafios enfrentados na educação básica.

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