“Bolsonarismo vai atuar no campo da espionagem e da propaganda”, diz Roberto Moraes
Ele citou o caso do WhatsApp, da Meta, que já se prepara para liberar o envio de mensagens sem um limite. Assista
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247 - O engenheiro Roberto Moraes, em entrevista à TV 247, comentou as revelações do repórter internacional do UOL Jamil Chade sobre a intenção do “gabinete do ódio” do clã Bolsonaro de comprar o software de espionagem israelense DarkMatter.
“Os aplicativos podem ser instalados em celulares e computadores -- mesmo desligados”, explicou.
Para Moraes, uma das estratégias bolsonaristas é utilizar a espionagem contra adversários e jornalistas. “Eles têm a capacidade de penetrar nele e de controlar tudo aquilo que é movimentado. Imagina o peso que isso tem na mão dos adversários políticos e dos jornalistas críticos do governo. Imagina a capacidade que isso teria, ou já tem de fazer isso. Um campo é o da espionagem”, disse.
“Uma outra parte é se preparar para a comunicação e o marketing de propaganda”, prosseguiu.
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Ele citou o caso do WhatsApp, da Meta, que já se prepara para liberar o envio de mensagens sem um limite, conforme O Globo. Bolsonaro pode se valer disso na campanha para disparar fake news.
Segundo o jornal do Rio, a “nova ferramenta teria a capacidade de expandir o alcance das publicações em grupos, assim como ocorre no Telegram, onde canais chegam a ultrapassar 1 milhão de pessoas”.
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