Barros diz que PP não fez parte de ação do PL e não pode ser multado

Deputado Ricardo Barros disse que o presidente do TSE, ministro Alexandre de Moraes, agiu com "ativismo político" ao multar os partidos da coligação bolsonarista

Ricardo Barros
Ricardo Barros (Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados)


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247 - O líder do governo Bolsonaro na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR), disse que seu partido não fez parte da ação movida pelo PL que questionava o resultado do pleito de outubro e, por isso, não poderia ser multado e nem ter os recursos do fundo partidário bloqueados, como determinado pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes

Além do PP, os partidos Republicanos e PL, que integram a coligação “Pelo Bem do Brasil'', de Jair Bolsonaro, também foram  punidos pela Corte Eleitoral por “litigância de má-fé”.

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"Moraes, com seu ativismo político intenso, fez multa de R$ 22,9 milhões, em homenagem ao número 22 do Bolsonaro. Ele tira o número da cartola para fazer graça, não tem fundamento”, disse Barros em entrevista ao UOL nesta sexta-feira (25). 

"As defesas conjuntas de Republicanos e Progressistas alegam que não foram consultados para essa decisão feita pelo PL. A coligação terminou na eleição. Apenas as propostas antes serão defendidas como coligação", disse o parlamentar. 

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Ainda segundo ele, o PL tem o “direito de contestar a eleição”, além de questionar resoluções do ministro Alexandre de Moraes que, segundo ele, “ influenciaram no resultado das eleições".

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