Ataques contra jornalistas em 2021 mencionaram gênero ou sexualidade

23,3% dos agressores utilizaram o gênero, a sexualidade ou a orientação sexual como argumentos para a agressão

(Foto: Geraldo Magela/Agência Senado)


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247 - Um estudo realizado pela Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) revela que, dos 335 ataques direcionados a profissionais da imprensa entre janeiro e outubro deste ano, 23,3% utilizaram o gênero, a sexualidade ou a orientação sexual como argumentos para a agressão.

As mulheres jornalistas são os principais alvos dos ataques (71), veículos com conteúdo feminista registraram duas ocorrencias e situações de homofobia contra comunicadores foram cinco, de acordo com reportagem da coluna de Mônica Bérgamo no jornal Folha de S. Paulo.

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O estudo completo será disponibilizado no site da Abraji nesta quarta-feira. 

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