Assessor de Flávio Bolsonaro e avalista da “loja de chocolates”, Coronel Braga já teve sigilo quebrado

O Coronel Braga era chefe do gabinete do então deputado estadual na Alerj e foi um dos que tiveram sigilo quebrado pelo Ministério Público em operação contra o esquema de “rachadinha” envolvendo Flávio Bolsonaro e Fabrício Queiroz

(Foto: Reprodução)


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247 - O empresário Paulinho Marinho, ao relatar que Flávio Bolsonaro soube antes das eleições de 2018 de operação da Polícia Federal, que investiga um esquema de “rachadinha” na Assembleia Legislativa do Rio (caso Queiroz), relatou que a informação foi repassada por um delegado da PF a um dos assessores do parlamentar, Miguel Ângelo Braga Grillo, em encontro na porta da Superintendência da PF na Praça Mauá, também com a presença do advogado Victor Alves e de outra pessoa da confiança do senador, Val Meliga.

Miguel Ângelo Braga Grillo, conhecido como Coronel Braga, era chefe do gabinete do então deputado estadual na Alerj e foi um dos que tiveram sigilo quebrado pelo Ministério Público em operação contra o esquema de “rachadinha” envolvendo Flávio Bolsonaro e Fabrício Queiroz. As informações são de uma reportagem do jornal O Globo. 

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O Coronel Braga também foi avalista da loja de chocolates de Flávio - investigada por suspeitas de lavagem de dinheiro - sendo fiador no contrato de aluguel do estabelecimento, no Via Parque Shopping, na Barra da Tijuca.
 

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