Assessor de Bolsonaro, Filipe Martins torna-se réu por gesto supremacista no Senado

Se condenado, Filipe Martins pode ser preso, ter de pagar multa de R$ 30 mil e perder o cargo que ocupa

Filipe Martins, assessor para assuntos internacionais da presidência da República
Filipe Martins, assessor para assuntos internacionais da presidência da República (Foto: Reprodução (TV Senado))


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247 - O assessor de Jair Bolsonaro para assuntos internacionais Filipe Martins tornou-se réu nesta quarta-feira (23) em processo por ter feito um gesto considerado supremacista durante sessão no Senado Federal. Martins foi flagrado em 24 de março pelas câmeras da casa fazendo com as mãos o sinal utilizado por supremacistas brancos atrás do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG).

A denúncia foi aceita pelo juiz federal Marcus Vinicius Reis Bastos, 12ª Vara de Justiça Federal, do Distrito Federal. “A denúncia se fez acompanhar de documentos que lhe conferem verossimilhança", escreveu ele em decisão, citando relatório da Polícia Legislativa do Senado, um laudo pericial e vídeos da cena. 

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De acordo com a lei, Martins pode responder por praticar e induzir a discriminação e o preconceito de raça, podendo ser condenado à prisão, ao pagamento de multa mínima de R$ 30 mil e à perda de cargo público. 

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