Às vésperas das eleições, governo contrata empresa para disparar 2 bilhões de mensagens para divulgar 'serviços públicos'

Presidente nacional do PT, deputada Gleisi Hoffmann (PR), deunciou a iniciativa “como uso e abuso da máquina pública para comprar voto” a apenas 70 dias da realização das eleições

O presidente Jair Bolsonaro fala ࠩmprensa aps reuni㯠com o ministro da Economia, Paulo Guedes, no minist鲩o.
O presidente Jair Bolsonaro fala ࠩmprensa aps reuni㯠com o ministro da Economia, Paulo Guedes, no minist鲩o. (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agꮣia/Abr)


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247 - Após driblar a legislação e viabilizar um pacote de benefícios sociais no valor de R$ 41 bilhões, o governo Jair Bolsonaro contratou uma empresa para  para disparar quase 2 bilhões de mensagens de texto para telefones com o objetivo de “divulgar os serviços públicos”. A  presidente nacional do PT, deputada Gleisi Hoffmann (PR), afirmou que a iniciativa “é uso e abuso da máquina pública pra comprar voto” e pediu que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) “tome providências” e “coloque freios nessas investidas”. 

De acordo com a revista Veja, os disparos de SMS serão feitos pela empresa TServcom Tecnologia, vencedora da licitação de R$ 84,2 milhões aberta pelo Ministério da Economia. O contrato é válido por 36 meses. “O SMS (mensagem de texto) utiliza uma infraestrutura amplamente difundida e acessada pela população, sem qualquer custo para o cidadão “, justificou a pasta comandada por Paulo Guedes. 

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“Não é necessário que haja conexão do cidadão com a internet – basta apenas que o usuário já esteja ativo em uma operadora de telefonia. A iniciativa facilita a distribuição da informação pública e contribui para que os cidadãos sejam melhor atendidos e assistidos”, diz um outro trecho da nota. 

Ainda de acordo com a reportagem, a pasta vem fazendo uso da ferramenta desde abril deste ano, mas renovou o contrato com a TServcom em junho.  

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A presidente nacional do PT, deputada Gleisi Hofmann (PR), usou as redes sociais para afirmar que a iniciativa “é uso e abuso da máquina pública pra comprar voto. TSE [Tribunal Superior Eleitoral]  tem de tomar providências e colocar freios nessas investidas”. 

Veja a postagem de Gleisi Hoffmann.

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