Aras sinaliza que nem derrota por vaga no STF levará a confronto com Bolsonaro

Na última semana, o procurador-geral pediu ao Supremo a suspensão a abertura de um inquérito contra Bolsonaro

(Foto: Antonio Augusto/Secom/PGR | STF | Edilson Rodrigues/Agência Senado)


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247 - Apesar de ter sido derrotado nas articulações para ganhar uma cadeira no Supremo Tribunal Federal (STF), que ficou com o ministro André Mendonça, o procurador-geral da República, Augusto Aras, segue sinalizando que manterá uma postura de poucos confrontos no comando da Procuradoria em 2022.

Na última semana, Aras enviou um pedido ao STF pela suspensão da abertura de um inquérito contra o presidente, determinada pelo ministro Alexandre de Moraes. Essa foi mais uma demonstração da política de boa convivência entre o PGR e Bolsonaro. 

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Fontes do Ministério Público Federal ouvidas pelo O Globo, que acompanham há muito tempo a carreira de Aras dentro da Procuradoria, afirmam que é “improvável” uma mudança brusca na atuação do procurador-geral. A avaliação é de que Aras só tomará atitudes que confrontem Bolsonaro e políticos governistas quando elas forem inevitáveis. 

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