Após vitória no STF no caso 'Cash Delivery', Marconi Perillo denuncia perseguição e sinaliza disputa pelo governo de Goiás
O ex-governador do Goiás Marconi Perillo, presidente do PSDB estadual, afirmou que a operação Cash Delivery foi uma perseguição judicial para humilhá-lo politicamente
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247 - O ex-governador do Goiás Marconi Perillo, presidente do PSDB estadual, afirmou em entrevista nesta segunda-feira, 16, que a operação Cash Delivery, realizada em 2018 contra ele, foi uma perseguição judicial para humilhá-lo politicamente.
Ele prometeu entrar com ação contra dois promotores do Estado por suposta perseguição política. A operação teve sua tramitação na Justiça Federal anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
Perillo, que é opositor do atual governador goiano, Ronaldo Caiado (DEM), a quem ele já chamou de "jagunço", também deu sinais de disposição para disputar o governo de Goiás nas eleições deste ano.
"Cerca de 80%, 90% das lideranças querem que eu seja candidato ao governo. E as pesquisas indicam que uma parte maior quer que eu seja candidato ao Senado e uma menor que seja ao governo. Vou ver mais adiante o melhor caminho", afirmou.
Marconi declarou que nunca temeu "adversidades nem máquinas poderosas" e complementou: "se tem algo que aprendi na vida é não ter medo de enfrentar adversidades e lutar por aquilo que acredito”.
Sobre a perseguição judicial, Marconi disse que a "Cash Delivery está morta".
“Fica muito claro que houve uma sórdida armação política com um único objetivo que era me derrotar como candidato ao Senado. Não fui o único citado: Iris Rezende, Maguito Vilela, Daniel Vilela e governador Ronaldo Caiado foram citados como ajuda financeira de Caixa 2. Por que fizeram essa trama somente contra mim? Está mais do que claro que foi uma sujeira enorme. No mínimo não deveria ter feito dois pesos e duas medidas. Me prejudicar e me humilhar politicamente. E conseguiram à época”, criticou.
As denúncias da Operação Cash Delivery foram retiradas da Justiça Federal pelo ministro do STF Gilmar Mendes, e agora o processo passa a ser analisado pela Justiça Eleitoral.
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