Após ser enquadrado pelo Clube Militar, Celso de Mello permite ato de militares da reserva contra STF

O deputado Rogério Correia (PT-MG), autor de ação contra os protestos golpistas, criticou: "Não se deve brincar com o fascismo"

Ministro Celso de Mello preside sessão da 2ª turma do STF. (28/05/2019)
Ministro Celso de Mello preside sessão da 2ª turma do STF. (28/05/2019) (Foto: Nelson Jr./SCO/STF)


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Revista Forum - O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou uma notícia-crime apresentada pela bancada do PT na Câmara dos Deputados que pedia a proibição dos atos promovidos por militares da reserva contra o próprio STF nesta sexta-feira (8). Segundo ele, os golpistas tem direito à reunião.

Segundo a TV Justiça, Celso de Mello afirmou que o pedido feito pelo deputado federal Ênio Verri (PT-PR), líder do partido na Câmara, feria direitos constitucionais. Mello alega que a liberdade de reunião é uma prerrogativa fundamental dos cidadãos e quem cometer crimes e excessos pode ser punido.

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O texto apresentado pelo PT dava destaque a um vídeo publicado por bolsonaristas que fala em um “comboio organizado para chegar a Brasília até o dia 8 com pelo menos com 300 caminhões e muitos militares da reserva”. O homem que protagoniza a gravação, chamado de Comandante Paulo, diz que os ministros do STF são “gângsters”, que o tribunal é uma “casa maldita” e que a mobilização vai “pôr fim, a toda essa canalhice que está atormentando a sociedade brasileira”.

Confira reportagem completa da Revista Forum.

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