Após caso das joias, Miola diz que militares deveriam parar de servir de “mulas” e lembra outros casos

O jornalista Jeferson Miola ainda lembrou de Mauro Cid, que carregou dinheiro vivo, sacado do cartão corporativo da Presidência, e do caso da cocaína em um avião da FAB

(Foto: Reprodução | Antonio Cruz/Agência Brasil)


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247 — O jornalista Jeferson Miola escreveu no Twitter, neste domingo, 5, que os militares das Forças Armadas brasileiras deveriam parar de servir de “mulas” — transportadores de mercadorias ilegais — o ser revelado que o assessor do almirante Bento Albuquerque tentou entrar ilegalmente no Brasil com joias para Michelle Bolsonaro.

“Os militares poderiam exercer missões nobres ao invés de servir de ‘mulas’ que carregam diamantes e joias, como fez o assessor do almirante Bento Albuquerque”, afirmou. O jornalista ainda lembrou outros casos de serviço de “mula” feito pelos militares

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“Ou que carregam dinheiro vivo, sacado do cartão corporativo da Presidência da República, como fez o faz-tudo do clã, o tenente coronel Mauro Cid, do Exercito brasileiro. Sem se falar do sargento da Aeronáutica, que serviu de mula no tráfico internacional de 39kg de cocaína em avião da frota presidencial da FAB”, continuou.

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