Após analisar vídeo de reunião, aliados e auxiliares de Bolsonaro defendem divulgação para "desarmar" Moro

Confiança viria do fato do vídeo da reunião ministerial ter sido analisado inúmeras vezes por integrantes do Palácio do Planalto que não teriam encontrado nenhuma prova das acusações feitas por Sergio Moro contra Jair Bolsonaro

(Foto: Lula Marques)


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247 - Após a divulgação de que os resultados dos testes para Covid-19 de Jair Bolsonaro deram negativo, auxiliares e aliados defendem que trechos do vídeo da reunião ministerial realizada no último dia 22 - alvo de um inquérito aberto pelo Supremo Tribunal Federal (STF) -  sejam divulgados para desarmar “a bomba” armada pelo ex-ministro Sergio Moro. 

Segundo reportagem do jornal O Estado de S. Paulo, a divulgação do vídeo ajudaria a reduzir o desgaste causado pela acusação de Moro de que Bolsonaro teria tentado interferir politicamente na Polícia Federal. A confiança viria do fato do vídeo da reunião ter sido analisado inúmeras vezes por integrantes do Palácio do Planalto visando encontrar a possibilidade de ser encontrado algum trecho em que Bolsonaro pudesse ser enquadrado no crime de responsabilidade.

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A avaliação, segundo a reportagem é que, apesar dos palavrões e alguns ataques a governadores e também à China desferidos durante a reunião ministerial, não existem provas das acusações feitas por Moro. 

A análise do vídeo teria ficado sob responsabilidade do ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Jorge Oliveira, e do Advogado-Geral da União, José Levi. 

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O ministro do STF Celso de Mello deu um prazo de 48 horas para que Moro, o procurador-geral da República, Augusto Aras, e Advocacia-Geral da União (AGU) se manifestem sobre o levantamento do sigilo do material. 

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