Apesar da insistência de Bolsonaro, cúpula do governo dá como certa derrota de Mendonça no Senado

Bolsonaro ainda diz nos bastidores que conseguirá a aprovação de André Mendonça para o STF no Senado, mas ministros e assessores presidenciais dizer que a derrota é certa

André  Mendonça
André Mendonça (Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)


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247 - Ministros de Jair Bolsonaro e integrantes do Palácio do Planalto dão como certa a rejeição do nome de André Mendonça no Senado para que ele ocupe uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). Membros do Centrão trabalham contra a aprovação do ex-advogado-geral da União. A informação foi publicada pela coluna de Bela Megale

O senador Flávio Bolsonaro (Republicano-RJ) marcou para esta semana um almoço entre o seu pai e o senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa. O parlamentar tem dito que alcançou pelo menos 50 votos para derrotar Mendonça. O senador também sinalizou a aliados que pode desistir da conversa após Bolsonaro declarar que ele joga "fora das quatro linhas da Constituição".

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Em 2019, Bolsonaro prometeu que indicaria ministro "terrivelmente evangélico" para o Supremo. A promessa foi descumprida, quando indicou Kassio Nunes Marques para a Corte em outubro de 2020. 

Mendonça é pastor na Igreja Presbiteriana Esperança, na capital federal e, com a sua indicação, Bolsonaro pretende não perder eleitores entre os evangélicos. 

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Pesquisa Datafolha, divulgada no dia 16 de setembro, apontou que a reprovação de Bolsonaro entre os evangélicos chegou a 41%

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