Ao lado de Bolsonaro, empresário minimiza perdas humanas ao comparar ‘morte de CNPJs’ com vítimas da Covid
“Vou plagiar o ministro Paulo Guedes. Os sinais vitais. As empresas estão rodando a 40 dos 100 batimentos que eles deveriam rodar”, disse um dos dos empresários que acompanharam Bolsonaro em visita ao STF
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247 - Empresários que acompanharam Jair Bolsonaro na visita que fez sem aviso ao Supremo Tribunal Federal (STF) para pressionar a Corte pelo fim da política de isolamento social de estados e municípios, nesta quinta-feira (8), compararam as mais de 8 mil pessoas que morreram pelo coronavírus com as suas empresas.
De acordo com reportagem do Metrópoles, um representante da indústria de brinquedos alertou para o que chamou de “morte de CNPJs”, ou seja, para morte das empresas na volta da quarentena, visto que muitas, segundo eles, não terão como honrar suas folhas de pagamento e terão que demitir trabalhadores.
“Vou plagiar o ministro Paulo Guedes. Os sinais vitais. As empresas estão rodando a 40 dos 100 batimentos que eles deveriam rodar”, disse um dos recebidos na comitiva de Bolsonaro que não se identificaram no vídeo transmitido pelas redes sociais.
“Vão sobrar empresas fragilizadas. Porque não estava rodando, estava rodando a 40 o coração estava ficando fraco e a gente não sabe se dá para rodar a 100 de novo. Aí tem a situação de que o mundo inteiro já está operacional”, acrescentou.
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