Anulação de sentenças contra Lula dá fôlego à criação da CPI da Lava Jato, diz Rogério Carvalho
Senador Rogério Carvalho disse que as anulações das condenações do ex-presidente Lula garantem fôlego à criação da CPI da Lava Jato. "A CPI ganha fôlego. É o foro adequado para discutirmos essas questões.Como parlamentares, é nossa obrigação denunciar isso para o Brasil", disse
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247 - O senador Rogério Carvalho (PT-SE) afirmou que as anulações das condenações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva dão folego à CPI da Lava Jato. "A CPI ganha fôlego. É o foro adequado para discutirmos essas questões. Como parlamentares, é nossa obrigação denunciar isso para o Brasil. O ex-presidente ficou preso por 580 dias", disse o parlamentar. Carvalho é o autor do pedido para a criação da CPI, apresentado no mês passado, que tem como objetivo investigar supostas irregularidades cometidas pela força-tarefa de Curitiba
“A Lava Jato, conhecida como República de Curitiba, é uma ópera de horrores que macula o sistema de justiça do Brasil”, disse o senador. De acordo com o parlamentar, os votos dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski, que reconheceram a parcialidade do ex-juiz Sérgio Moro, comprovam que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi vítima de perseguição política.
“O juiz acusador foi exposto em sua falta de caráter indiscutivelmente desprezível. O consórcio para fraudes escancarado para um projeto de poder. Tudo com complacência da mídia. A quebra da imparcialidade veio à tona. Lula foi vítima de uma perseguição política”, avaliou.
Esta semana, com cinco anos de atraso, o ministro do Edson Fachin reconheceu que a vara de Curitiba não tinha competência para julgar Lula e anulou todas as condenações contra o ex-presidente. Com a decisão, Lula teve seus direitos políticos reestabelecidos e pode voltar a ser candidato.
Além disso, Lula conseguiu outra vitória, nesta terça-feira (9), com o reconhecimento da parcialidade do ex-juiz Sérgio Moro pelos ministros Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski. O julgamento foi interrompido pois o ministro Kassio Nunes Marques pediu vista para ter "mais tempo" para analisar o processo.
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