Amadeu: se Bolsonaro tentar o golpe, os generais irão acompanhá-lo

Para o professor da UFABC, Bolsonaro já "teria condições de pegar esse rebotalho das milícias e das PMs radicalizadas e comandar efetivamente um Exército paralelo, uma força de reação para tomar o poder e consolidar efetivamente uma ditadura". Assista na TV 247

Sergio Amadeu e Jair Bolsonaro
Sergio Amadeu e Jair Bolsonaro (Foto: Brasil 247 | PR)


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247 - Professor da Universidade Federal do ABC (UFABC), Sergio Amadeu falou à TV 247 sobre a decisão do Exército brasileiro de não punir o ex-ministro da Saúde e general Eduardo Pazuello por sua participação, como militar da ativa, em ato político ao lado de Jair Bolsonaro no Rio de Janeiro em 23 de maio.

Para Amadeu, os generais acompanharão sim Bolsonaro em uma aventura golpista caso o plano seja colocado em prática. 

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O chefe do governo federal já tem, segundo o professor, condições de montar um exército paralelo para seguir seu projeto e poder. "Ele teria condições de pegar esse rebotalho das milícias e das PMs radicalizadas e comandar efetivamente um Exército paralelo, uma força de reação para tomar o poder e consolidar efetivamente uma ditadura. O problema é que ele não consegue controlar nem o PSL, ele não é capaz de organizar isso. Portanto, um golpe militar só poderia vir do Exército, e o Exército tinha debelado essa intervenção com a demissão dos três comandantes das armas, o que nunca tinha ocorrido simultaneamente. Só que agora esse general que está no comando aí do Exército recupera com o Pazuello essa jogada de colocar o Exército novamente nesse caminho perigoso".

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