Altman: prisão de Queiroz deixa Bolsonaro ferido, mas não morto
O jornalista Breno Altman afirmou no Bom Dia 247 desta segunda que, após prisão de Fabrício Queiroz, Jair Bolsonaro encontra-se em uma “defensiva” e que “precisa recuar para retomar suas condições de governabilidade” . “Ele está ferido, mas não está morto”
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247 - O jornalista Breno Altman, em participação no Bom Dia 247 na manhã desta segunda-feira (22), afirmou que, após a prisão de Fabrício Queiroz, Jair Bolsonaro encontra-se em uma “defensiva” e que “precisa recuar para retomar suas condições de governabilidade” . “Ele tentará fugir deste cerco procurando algum ponto vulnerável. Ele está ferido, mas não está morto”, apontou ele
O jornalista indicou que a situação de Bolsonaro é “difícil”, mas ponderou que o ocupante do Planalto “conta ainda com um apoio expressivo da sociedade” e também que “as pesquisas apontam que ele parou de cair”.
“Ele teve que recuar nas suas aproximações sucessivas com o autogolpe e tem que compor obrigatoriamente com a direita neoliberal”, indicou Altman.
Altman também destacou que “a ação da Polícia Civil contra seu grupo de seguidores violentos também o domesticou”. “Ele teve que tomar um rivotril”, disse ele.
O jornalista refere-se a ação da Polícia Civil do Distrito Federal, que cumpriu na manhã deste domingo (21) mandado de busca e apreensão em um dos pontos de apoio do grupo conhecido como “300 do Brasil”.
A ação apreendeu fogos de artifício, vários manuscritos com planejamento de ações e discursos, cartazes, aparelhos de telefone celular, um facão, um cofre (que ainda será aberto), e outros materiais destinados a manifestações.
Mobilização
O jornalista considerou em sua análise que a fragilidade de Bolsonaro gera um bom terreno “para o crescimento das mobilizações da esquerda”. Não devemos contar com o STF, seria o mesmo que meia aspirina vencida”.
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