Aliado de Bolsonaro, Lira divulga nota repudiando 'violência política' de terrorista bolsonarista que matou militante do PT
"A democracia pressupõe o amplo debate de ideias e a garantia da defesa de posições partidárias, com tolerância e respeito", disse o presidente da Câmara, Arthur Lira
✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.
Agência Câmara - O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), divulgou nota na qual repudia quaisquer atos de violência decorrentes de manifestações políticas. Ontem, o tesoureiro do PT no Paraná, Marcelo Aloízio de Arruda, foi assassinado a tiros na comemoração de seu aniversário por Jorge José da Rocha Guaranho, um policial simpatizante do presidente Jair Bolsonaro.
A festa tinha como tema o ex-presidente Lula e, segundo a imprensa, Guaranho invadiu o evento proferindo palavras de ordem como “Aqui é Bolsonaro” e “Lula ladrão”.
Lira pediu respeito à democracia e à garantia da defesa de posições partidárias. “A Câmara dos Deputados repudia qualquer ato de violência, ainda mais decorrente de manifestações políticas. A democracia pressupõe o amplo debate de ideias e a garantia da defesa de posições partidárias, com tolerância e respeito à liberdade de expressão", disse Lira.
"A campanha eleitoral está apenas começando. Conclamo a todos pela paz para fazer nossas escolhas políticas e votar nos projetos que acreditamos. Esta é a premissa de uma democracia plena e sólida, como a nossa”, afirmou o presidente por meio de suas redes sociais.
As lideranças da Oposição e da Minoria também divulgaram nota conjunta repudiando o assassinato e a violência política. “Esperamos que o crime que tirou a vida de Marcelo Arruda seja o último desse tipo que testemunhamos no Brasil”, assinam os líderes.
Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:
Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:
Comentários
Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247