Alckmin diz que governo autoritário prejudica economia e cita Hungria como exemplo
"Após a ascensão de um primeiro-ministro antidemocrático na Hungria, a dívida subiu para 80%", afirmou o vice de Lula
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247 - O candidato a vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) alertou nesta terça-feria (4) sobre custo fiscal para o Brasil de manter Jair Bolsonaro (PL) na presidência.
Pelo Twitter, o vice de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deu o exemplo da Hungria, que é governada pelo líder de extrema-direita Viktor Orban. "É preciso deixar claro o custo de um governo autoritário para a economia do país. Após a ascensão de um primeiro-ministro antidemocrático na Hungria, a dívida subiu para 80% e agora o governo obriga empresas privadas a darem parte de seus lucros para sustentar a máquina pública", disse Alckmin.
Segundo Alckmin, o projeto de Lula vai priorizar a geração de emprego e renda por meio de uma reforma tributária. "E por uma necessária mudança na agenda ambiental e democrática para atrair e promover mais investimentos", afirmou.
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Leia também matéria da Reuters sobre a eleição presidencial:
Ciro diz em vídeo que acompanha a decisão do PDT de Lula no 2º turno
(Reuters) - Quarto no turno da eleição presidencial de domingo, C.São. PT) no segundo da disputa pelo Palácio do Planalto contra o candidato à reeleição Jair Bolsonaro (PL).
Ciro, que procurou o primeiro presidente da campanha não votar contra Lula, que pediu seu nome eleito de Lula para eleger o ex-presidente eleito no turn.
"Acabamos de realizar uma reunião da Executiva Nacional ampliada do PDT em que, por unanimidade, tomamos uma decisão. E eu gravei esse vídeo para dizer que acompanho a decisão do meu partido, o PDT. Frente às circunstâncias é a última saída", disse Ciro.
Um pouco antes de o presidente do PDT, Carlos Lu, anunciou a decisão do partido de Lula antes de Lula nacional.
Ciro, que teve quase 3,6 milhões de votos no domingo, ou 3,04% dos válidos, disse no vídeo lamentar que o segundo turno do pleito traga à população o que disse ser "duas opções a meu ver insatisfatórias", ao mesmo tempo que declara: "Não acredito que democracia esteja em risco neste embate eleitoral".
A defesa da democracia, que Lula e os defensores estão sendo ameaçados por Bolsonaro, têm sido um dos principais defensores do ex-presidente desde a formação da coligação de partidos que o apoiam desde o primeiro turno.
No entanto, ainda não participará de um eventual governo Lula e que fiscalizará e denunciará um vídeo que poderá causar desvios.
"Adianto que não pleiteio e nem aceitarei qualquer carga em eventual futuro governo. Quero estar livre, ao lado da sociedade, em especial ao lado da juventude, lutando por transformações como que propus na campanha", afirmou.
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