Alckmin atua como bombeiro nos bastidores para superar impasse entre PSB e PT em São Paulo
Na visão do ex-tucano, o entrave em São Paulo é o que atrasa sua definição como vice de Lula e a cada dia que passa pode crescer no PT a rejeição a seu nome
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247 - O ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (sem partido) entrou em campo para ajudar a resolver o impasse entre PT e PSB em São Paulo, segundo o jornal O Globo. O PT defende a candidatura do ex-ministro Fernando Haddad ao governo paulista - ele é o líder nas pesquisas - e o PSB quer lançar o ex-governador Márcio França. Na avaliação de Alckmin, o entrave no estado é o que está impedindo sua definição como candidato a vice-presidente na chapa do ex-presidente Lula (PT).
Alckmin tem mantido diálogo com Haddad e França e promete que participará do palanque dos dois, mas pondera: uma candidatura única tem mais força e mais chances de derrotar o candidato do atual governador, João Doria (PSDB), Rodrigo Garcia.
Ex-presidente do diretório paulista do PSDB e aliado de Alckmin, Pedro Tobias relatou que, na visão do ex-governador, a cada dia que passa cresce dentro do PT a rejeição a seu nome como vice de Lula. E por esta razão é que ele está capitaneando as negociações entre Haddad, PT, França e PSB. "É essa indefinição que está travando a ida dele ao PSB. Mas o Alckmin é amigo dos dois. Só o tempo vai resolver isso, porque os dois (Haddad e França) têm razão: Haddad aparece melhor nas pesquisas, e França é mais forte no interior".
Tobias ressalta que Alckmin não fala sobre quem prefere que vença a queda de braço pela candidatura.
Procurada, a assessoria de Alckmin afirmou que ele só deve se pronunciar na segunda metade de fevereiro ou início de março, quando um acordo estiver fechado.
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