Advogados e entidades civis pedem investigação de empresários bolsonaristas por mensagens golpistas no WhatsApp

Ação pede que a investigação seja incluída no âmbito do inquérito que apura o financiamento de milícias digitais, que está sob a relatoria do ministro do STF Alexandre de Moraes

Luciano Hang com Bolsonaro e Afrânio Barreira com Bolsonaro
Luciano Hang com Bolsonaro e Afrânio Barreira com Bolsonaro (Foto: Reprodução)


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247 - Advogados e entidades da sociedade civil ingressaram com uma ação junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo a abertura de uma investigação contra os empresários bolsonaristas que defenderam abertamente a realização de um golpe de Estado, caso Jair Bolsonaro (PL) perca a eleição presidencial para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no pleito de outubro. 

De acordo com a jornalista Andréia Sadi, do G1, a ação pede que a investigação seja incluída no âmbito do inquérito que apura o financiamento de milícias digitais, que está sob a relatoria do ministro do STF Alexandre de Moraes. 

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A ação é dirigida contra os empresários bolsonaristas Luciano Hang, dono da rede varejista Havan,  (dono da Havan), Afrânio Barreira Filho, (da rede de restaurantes Coco Bambu), Ivan Wrobel, da construtora W3 Engenharia, e Marco Aurélio Raymundo, o Morongo, dono da marca de surfwear Mormaii).

 Além destes, outros empresários, como José Isaac Peres (dono da rede de shoppings centers Multiplan) e José Koury (dono do Barra World Shopping, no Rio), também integram o grupo de WhatsApp Empresários & Política, criado no ano passado, que discutiu o apoio a um eventual golpe de Estado. 

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Na quarta-feira (17), quando as mensagens de cunho golpista foram divulgadas pelo jornalista Guilherme Amado, do Metrópoles, o senador Randolfe Rodrigues (Rede) acionou o STF para pedir que a Polícia Federal e o Ministério Público Federal fossem acionados para avaliarem se é necessário a quebra de sigilo, congelamento de contas e prisão preventiva dos participantes do grupo. 

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