Advogado da União compara militar trans a "piloto de avião cego"

Alice Costa foi afastada dos serviços pela Marinha do Brasil depois de conquistar o direito de usar uniforme e cabelo femininos

Alice Costa
Alice Costa (Foto: Reprodução)


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Por Natália Coutinho, Metrópoles - Alice Costa, mulher transexual de 31 anos, foi afastada dos serviços pela Marinha do Brasil na última semana. O juiz federal Daniel Chiaretti, substituo da 1ª Vara Federal de Corumbá, deu o prazo de cinco dias, no dia 20 de agosto, para que a corporação explique a decisão e apure se há descumprimento de ordem judicial.

A Advocacia-Geral da União (AGU) recorreu da liminar no Tribunal Regional Federal (TRF) da 3ª Região, em São Paulo, antes de tirar a militar do cotidiano do quartel. A AGU chegou a comparar a situação de Costa com a de pessoas com deficiência.

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“Foi dizer, como o fez o juízo a quo, que a identidade de gênero não pode ser causa da mais mínima restrição? Bem, então forçoso admitir o piloto de avião cego e o segurança armado tetraplégico”, escreveu Juliano Fernandes Escoura, advogado da União, em peça para tentar derrubar o entendimento do magistrado de primeiro grau.

Leia a íntegra no Metrópoles.

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