"A turma que defendia 'escola sem partido' transformou o MEC num feudo de picaretas", diz presidente do PSOL

Postagem de Juliano Medeiros foi feita após a divulgação de áudios em que o ministro Milton Ribeiro admite priorizar verbas mediante indicação de pastores da base aliada

Juliano Medeiros e Milton Ribeiro
Juliano Medeiros e Milton Ribeiro (Foto: Reprodução/Facebook | Alan Santos/PR)


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247 - O presidente nacional do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), Juliano Medeiros, usou o Twitter para afirmar que a gravação em que o ministro da Educação, Milton Ribeiro, admite priorizar demandas de prefeitos aliados apresentados a ele pelo gabinete paralelo, formado por pastores, "mostra como Bolsonaro transformou um dos mais importantes ministérios do país num balcão de negócios para troca de apoio e ideologização do ensino”. “A turma que defendia 'escola sem partido' transformou o MEC num feudo de picaretas”, completa a postagem do dirigente no Twitter. 

Na gravação, o ministro diz que a liberação de verbas para os municípios indicados pelos pastores  foi um “pedido especial” de Jair Bolsonaro. "Foi um pedido especial que o presidente da República fez para mim sobre a questão do (pastor) Gilmar (Santos)”, diz Milton Ribeiro no áudio obtido pela Folha de S. Paulo.

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Gilmar Silva dos Santos, presidente da Convenção Nacional de Igrejas e Ministros das Assembleias de Deus no Brasil, e Arilton Moura, assessor de Assuntos Políticos da entidade, são apontados como as lideranças evangélicas responsáveis pelas indicações dos municípios e obras que deverão receber os recursos do MEC.

Confira a postagem de Juliano Medeiros sobre o assunto. 

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