'A Caixa Econômica não é de um presidente, de uma família', diz Fenae após denúncias contra Michelle e Flávio Bolsonaro

O presidente da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae), Sergio Takemoto, reagiu à informação de que a primeira-dama Michelle Bolsonaro e o senador Flávio Bolsonaro atuaram em um esquema que direcionou dezenas de milhões de reais em verbas de publicidade e patrocínio da Caixa Econômica

Sérgio Takemoto
Sérgio Takemoto (Foto: Divulgação)


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247 - O presidente da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae), Sergio Takemoto, reagiu, com indignação, às novas denúncias de uso político do banco pela família Bolsonaro. "A Caixa Econômica Federal não é de um presidente, de uma família, de um governo. A Caixa é dos brasileiros e deve estar sempre a serviço do país", afirmou, de acordo com relatos do site O Antagonista

A primeira-dama Michelle Bolsonaro e o senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ) atuaram em um esquema que direcionou mais de R$ 50 milhões em verbas de publicidade e patrocínio da Caixa Econômica Federal (CEF)

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"Infelizmente, nas últimas semanas têm sido amplamente divulgados atos envolvendo a direção da Caixa que não condizem com o princípio da coisa pública, da democracia", observa Sergio Takemoto. 

De acordo com o dirigente, "são denúncias de tráfico de influência, uso indevido dos canais de comunicação da empresa para benefício próprio, autopromoção e obtenção de vantagens. Todos esses casos precisam ser apurados e os responsáveis, devidamente penalizados".

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"Nós, trabalhadores da Caixa, somos a força-motriz que move a instituição e não podemos tolerar o mau uso e o enfraquecimento deste patrimônio, que é do povo brasileiro. A Caixa Econômica Federal precisa seguir sendo pública, de todos e essencial para o desenvolvimento do país. Não podemos deixar que um mau governo coloque em risco a credibilidade do banco e dos empregados".

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