Vigília “pelo futuro da vida humana no planeta”
A escolha não é difícil, mas pode se tornar equivocada na ausência do senso crítico e para quem normaliza um cartucho caído em uma poça de sangue

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A dois dias da eleição da civilização contra a barbárie, as atenções do mundo estão voltadas para o Brasil. O The New York Time defendeu voto em Lula: “pelo futuro da vida humana no planeta, precisamos desesperadamente de um novo presidente brasileiro que não queimará a floresta Amazônica".
"O meio ambiente pode e vai se casar com o desenvolvimento. Enquanto eu for presidente, o desenvolvimento estará acima de tudo. Não vou admitir mais o IBAMA sair multando a torto e direito por aí, bem como o ICMBio, essa festa vai acabar”, esse ataque de Bolsonaro à floresta repercutiu negativamente pelo mundo.
A revista britânica Nature Science publicou Editorial contra Bolsonaro: “(...) os últimos quatro anos do Brasil são um lembrete do que acontece quando aqueles que elegemos desmantelam ativamente as instituições destinadas a reduzir a pobreza, proteger a saúde pública, impulsionar a ciência e o conhecimento, proteger o meio ambiente e defender a justiça e a integridade das evidências.”
Na visão de quem vive fora do Brasil, um segundo mandato para Bolsonaro representaria ameaça ao meio ambiente, ao planeta; para os brasileiros representaria o reforço 2.0 na intolerância, desemprego, ódio e na fome.
Com apreensão, constatamos que a distopia bolsonarista avançou pelo território brasileiro, principalmente no sul e sudeste, despindo uma sociedade desprezível do ponto de vista moral, extremamente perversa contra as dificuldades do outro; um empresariado autoritário, sem visão social, que financia a eleição de seus representantes para manter o trabalhador na escravidão moderna.
Assim como eu, você também deve estar desiludido com amigos e parentes, inocentes ou coléricos, caminhando de mãos dadas com fascistas, sendo carregados para o esgoto, descendo pastosamente pela latrina da história.
Aos evangélicos neopentecostais, obrigados a jejuar pela vitória de satanás, aconselho uma reflexão sobre a incoerência entre a política e a fé, que não é religião, essa é o nó na corrente que aprisiona quem vive em miséria espiritual, servil à gula do charlatanismo.
A escolha não é difícil, mas pode se tornar equivocada na ausência do senso crítico e para quem normaliza um cartucho caído em uma poça de sangue, mas que é uma obra de arte para quem sabe o lugar que ocupa, respeita o espaço do outro e compartilha o lugar comum para abraçar os divergentes e derrotar os antagônicos.
Dia 30 é Lula, é 13! Até à vitória!
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