Urnas pernambucanas
Com relação ao futuro governador de Pernambuco, há muita expectativa com relação aos possíveis candidatos, principalmente no campo das oposições
✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.
“Finjo não perceber certas coisas, só pra ver até onde vão as pessoas.” (Autoria desconhecida)
Embora estejamos em um ano pré-eleitoral, o quadro sucessório praticamente iniciou, principalmente no cenário nacional. Mas no que tange aos governadores dos Estados, em Pernambuco, há muita especulação com relação à montagem da chapa majoritária. Antes de tudo, a única vaga para o senado, tem sido motivo para intensos embates internos, principalmente no campo governista. Vários nomes vêm sendo postos à mesa. Há aqueles que pelo âmbito da meritocracia naturalmente se credenciam ao cargo, mas há aqueles que forçam participarem da referida composição. Embora o cargo de senador não se confunda com o de governador, Pernambuco tem tradição em eleger a chapa completa. Tornando o senador um tipo de apêndice do poder executivo.
Com relação ao futuro governador de Pernambuco, há muita expectativa com relação aos possíveis candidatos, principalmente no campo das oposições. Fala-se que o atual prefeito de Petrolina pleiteia o cargo. Para tanto, vem se movimentando buscando se credenciar, principalmente na Região Metropolitana. Localidade em que ainda é desconhecido. Outro nome lembrado é o do prefeito de Jaboatão dos Guararapes. Contra ele pesa o contrário, ou seja, precisa se movimentar para ser conhecido nas regiões do agreste e do sertão.
Entre os possíveis nomes da oposição, a atual prefeita da Capital do Agreste, pelo menos até o momento, é quem melhor pontua nas pesquisas de intenção de voto. Entretanto, contra todos os nomes da oposição, conta a tradição histórica. Embora se deva procurar quebrá-la, não significa desprezá-la. Até hoje, salvo melhor juízo, o eleitor pernambucano nunca elegeu um governador que tenha como base eleitoral principal o interior do Estado. Até os dias atuais, quem chegou ao Palácio do Campo das Princesas teve como principal reduto a Região Metropolitana. Será que agora a tradição será quebrada?
Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:
Este artigo não representa a opinião do Brasil 247 e é de responsabilidade do colunista.

Comentários
Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247