Jargão utilizado para o dia das eleições que não poderá ser utilizado hoje.

Hoje, domingo, 17 de abril, ficará marcado como o dia da afronta à democracia, como ficou marcado o dia 31 de março de 1964, que na verdade era primeiro de abril.

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Hoje é o dia da tentativa de destruição do que foi feito numa eleição. Portanto, uma desfeita à democracia;

Hoje vou acordar para contribuir minimamente para que este dia da afronta não seja o do pesadelo, o do descalabro total, o do desastre.

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Vou para a rua ao lado milhões para mostrar a certos políticos e certas emissoras de TV, jornais e rádio que temos vergonha na cara, que não queremos que nosso país seja visto como um republiqueta de bananas.

Vou sair cantando e gritando para que minha voz ecoe por este país e chegue não nos ouvidos dos Cunha, Temer, FHC, Serra, Aécio, Marinhos da vida, mas que seja ouvida pelo povão sofrido, que nos últimos treze anos teve um pequena mas significativa compensação dos quinhentos de opressão, de miséria, do rico tirando o pão de sua boca para transformá-lo no caviar de cada dia.

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Vou sair de casa de cabeça erguida para encontrar meus companheiros de luta e quero muito voltar para casa feliz, com o resultado do não golpe.

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Voltarei para casa embriagado pela festa da união de um povo que cansou de ser humilhado, roubado e que sabe o que é um golpe e que sempre lutará pelo não retorno deste fatídico dia.

Voltarei feliz, pois estarei ao lado do bem, ao lado dos vitoriosos que jamais utilizarão um companheiro como escada para galgar algo na vida.

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Ao lado deste povo, jamais serei derrotado.