Somos todos garanhuenses
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Quando tememos mais o futuro do que o presente, diria que estamos em uma terra de perdidos e perdições;
Quando aqueles que governam falam em acabar com a constituição para proteger a própria constituição, não há mais espaço para a sensatez;
Quando a mentira invade a vida de milhões e a verdade e o questionamento inexistem, já não temos, nesses, a humanidade reconhecida - mas criaturas de pedra ígnea, surdas e forjadas nas profundezas da terra;
(Mas nada disso nunca foi natural, mas obra dos arquitetos da destruição…)
Quando nos deitamos sem saber em que país poderemos acordar, se quem estará na manhã nos aguardando - na soleira da porta - serão soldados ou amigos, já não há mais pátria, muito menos república;
Quando a morte não causa mais espanto, já não há mais vida. Quando a violência e a barbárie se tornam rotina, já nos tornamos bárbaros;
(E nada disso antes existia, foi tudo obra dos arquitetos da destruição…)
Caso chegue um dia onde a poesia e o poeta já nada signifiquem, o que se fará? Queimarão seus livros? Ou muito pior… os esquecerão...? Começarão com os poetas e terminarão onde? Exterminarão toda a arte e toda a cultura brasileira? Tudo será abandonado e esquecido…?
Mas eis que os arquitetos da destruição fizeram muitos se esquecerem… Há décadas atrás, os olhos de uma nação invasora se virou contra nós.
Ali, um arquiteto poderoso, alertava que a nossa pátria nunca se tornaria em uma nova Cuba, mas sim em uma nova China, impossível de ser domada. Decidiu, em conluio com os escravocratas daqui, a mergulhar nossa nação nas trevas da ditadura.
O tempo passou…
Mas, recentemente outros arquitetos do norte voltaram a nos cobiçar… viram que essa nação havia saído das trevas e tinha se tornado em uma terra próspera e feliz. Assim, novamente em conluio com os escravocratas daqui, resolveram fazer algo mais nefasto: tornar a nossa nação em uma grande Alemanha nazista, desarmada para o mundo, mas cruel com o seu próprio povo.
Arquitetaram nossa destruição de modo a não nos levantarmos por mais de mil anos…
Mas a nossa nação é grande, muito, muito grande… Nem os mais sofisticados satélites e os mais rigorosos arquitetos conseguiram encontrar uma pequenina cidade, chamada Garanhuns… uma cidade que era conhecida como terra de retirantes da seca e da fome.
Ali, contra todas as probabilidades, nasceu e sobreviveu um menino. Esse menino se misturou a uma multidão de trabalhadores no ABC paulista e se tornou, para a infelicidade dos arquitetos, no maior líder de esquerda, ainda vivo, do Mundo.
Os arquitetos não gostam dele e muito menos ele gosta desses arquitetos. Tentaram de tudo para quebrar seu espírito: o difamaram, o prenderam, o calaram… mas ele continuou ali. Firme.
Quando a farsa de suas arquiteturas vieram à tona, não houve outra saída: o homem de Garanhuns foi libertado…
E agora a guerra se tornou aberta: os arquitetos da destruição querem acabar com o homem de Garanhuns e com isso com todo o nosso país. Mas ele não está mais sozinho…
Milhões e milhões de homens e mulheres sairão nas ruas nos próximos dias em sua defesa e em defesa do Brasil contra os arquitetos da destruição. Todo o ouro e mentira do mundo não conseguiram fazer o seu lacaio e representante da destruição crescer. Eles lutam pelo fim, nós lutamos pela perpetuação da vida.
Ainda somos maioria e venceremos… porque no fim somos todos garanhuenses e já lutamos contra a escravidão, o genocídio, as invasões holandesas e portuguesas. Nascemos para comandar nosso próprio destino.
Da terra árida forjamos nossa força e levantamos uma nação, algo que nunca, nenhum arquiteto da destruição conseguirá entender e muito menos derrotar. Agora eles verão a força de milhões que ainda possuem um coração vermelho que pulsa e sempre pulsará até o ocaso da humanidade.
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