Racismo
"As famílias das vítimas precisam do apoio das entidades sociais, dos movimentos populares, da mídia independente, para que esses casos não sejam esquecidos"

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RACISMO define os recentes casos do Congolês na Barra da Tijuca e do morador do condomínio em São Gonçalo.
Moise Kabagambe, 24 anos, fugiu da guerra em seu país para morrer espancado covardemente por cobrar pagamento pelo trabalho precarizado; Durval Teófilo Filho, 38 anos, recebeu três tiros de um militar porque foi pegar a chave em sua bolsa.
Nos dois casos os assassinos disseram que não tinham intenção de matar suas vítimas, ou seja, desferir diversos golpes com um taco de beisebol na cabeça e atirar com arma de fogo, para os assassinos, não são passíveis de óbito.
O militar que atirou no seu vizinho prestou depoimento e disse que confundiu Durval com um ladrão, já os espancadores de Moise não puderam fugir das evidências de uma câmera de vídeo instalada no quiosque.
As famílias das vítimas precisam do apoio das entidades sociais, dos movimentos populares, da mídia independente, para que esses casos não sejam esquecidos, que o senso comum que diz “estamos lutando por justiça para que não aconteça de novo’ passe a ser “estamos lutando por justiça já”.
As estatísticas vão crescendo e nada muda, há sempre uma vítima depois de outra e a justiça vai sendo postergada para a próxima, numa espiral sem fim do crescimento da violência. CHEGA!
O incentivo para que ‘o homem de bem’ adquirisse armas, só fez aumentar o sentimento dos supremacistas que exterminam crianças, mulheres e homens negros, alimentando a sanha racista de uma sociedade doente e podre.
Ricardo Mezavila
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