Poema para Geddel

Moço de boa procedência / Figura de elevada auto estima / Ministro de grande excrescência / Golpista que não vale uma rima

Brasília - O Ministro Geddel Vieira Lima participa da Cerimônia de Comemoração do Dia Nacional da Micro e Pequena Empresa (Valter Campanato/Agência Brasil)
Brasília - O Ministro Geddel Vieira Lima participa da Cerimônia de Comemoração do Dia Nacional da Micro e Pequena Empresa (Valter Campanato/Agência Brasil) (Foto: Nêggo Tom)


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Moço de boa procedência
Figura de elevada auto estima
Ministro de grande excrescência
Golpista que não vale uma rima.

Filho de pai deputado
Estudou com um grande poeta
"Suino", pela classe, assim foi batizado
Sua malícia já era descoberta

Começou lá pelo seu estado
Foi diretor do banco da Bahia
Onde, supostamente, teria desviado
Três milhões que não lhe "pertencia"

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Logo após, se elege deputado
E mais um escândalo lhe perseguia
Acusado de anão no orçamento furado
Deu seu cartão de visitas chegando a Brasilia

Articulou junto com FHC
Bebeu na fonte da arte tucana
Fazendo milagres, virou fazendeiro.
Tranformava o mato do pasto em grana.

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Oportunista, se aliou ao PT
Partido, o qual, logo iria trair
Ministro de Lula, só não fez chover
Por que São Pedro não o deixou mentir.

Mas o bom "suino" não vive sem lama
E no charco do golpe ele quis chafurdar
Ministro de Temer, nem esquentou a cama
De novo acusado, teve que se retirar.

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"Boca de jacaré", também foi batizado.
Pela fome e sede que tem de propina.
Nem as suas doze fazendas e todo o seu gado
Saciam com gosto a sua fome suina.

Alvo de muitas investigações
Foi preso em casa para disciplinar
Tentou silenciar algumas delações
Para que ninguém o pudesse entregar

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Mas acharam com ele muito dinheiro
51 milhões, para ser mais exato
A PF arrombou as portas do chiqueiro
Torcendo o rabo do porco gaiato.

Que as malas são dele, o país já sabe.
Toda essa bufunfa não dá pra explicar
Ele vai negar, como sempre lhe cabe
Mas essa sangria será difícil estancar.

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Sua mãe diz que ele não é bandido
Que ele é doente e precisa tratar
Alega que tudo é um mal entendido
E que ele junta dinheiro só para brincar

Mas doente mesmo é o povo brasileiro
Que morre de fome e não sabe gritar
Que come a lavagem e ainda limpa o chiqueiro
Mas não mata o porco pra comer no jantar.

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