Outubro: Ou vai ou vai!

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Se acontecer uma tragédia e Bolsonaro conseguir a reeleição, todo o discurso pós golpe de 2016 ficará definitivamente anacrônico, sem respaldo, obsoleto, sem sustentação para as próximas eleições.
As auditorias do TCU que revelaram a farra do cartão corporativo, a mansão do 01, a polarização, o desmonte do Estado, as rachadinhas sertanejas, as milícias, tudo perderá força de implosão e o navio fantasma seguirá seu destino, rumo ao caos definitivo.
Por isso, é da maior importância que os eleitores que não queiram viver mais quatro, oito, doze anos desse governo cataclísmico, que antecipem o seu fim votando em Lula no primeiro turno.
Pronunciar ‘vote em Lula no primeiro turno’ é quase um mantra ritualístico para proteger o país da maldição que se abateu sobre nós com a eleição do genocida.
Se o PDT, não mais de Leonel Brizola, mas de aventureiros, tivesse altruísmo, nesse momento delicado em que a civilização corre risco, e retirasse a candidatura do aparvalhado Ciro Gomes, reconquistaria a simpatia de eleitores desiludidos, o que seria um carinho póstumo no ex-governador, cunhado de Jango.
Falta quatro meses para as definitivas eleições, não podemos abrir agenda para o medo. Se provocados, partiremos para o enfrentamento, se agredidos, partiremos para a agressão, porque derrubar o fascismo é prioridade para que possamos retornar ao caminho da democracia, soberania e do bem-estar social.
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