O amor venceu o ódio

"Venceu o lado que defende a democracia, que sente a dor do outro e que sabe e respeita a luta por direitos", escreve o ex-ministro Alexandre Padilha

Pronunciamento do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva após resultado das eleições no Hotel Intercontinental
Pronunciamento do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva após resultado das eleições no Hotel Intercontinental (Foto: Ricardo Stuckert)


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No último domingo (30) brasileiras e brasileiros foram às urnas na eleição mais importante da história desde a nossa redemocratização. Muita coisa estava em jogo ali: o Brasil continuar no obscurantismo, no isolamento com o resto do mundo e com a propagação do ódio ou, enfim, voltarmos a priorizar a vida e a ciência, sermos referência em políticas públicas internacionalmente reconhecidas e a ter esperança no amor. A democracia venceu.

O lado vitorioso foi o do amor, que venceu o ódio e o medo. Venceu o lado que defende a democracia, que sente a dor do outro e que sabe e respeita a luta por direitos, essa imprescindível conquista do povo e que nunca mais deve ser enfraquecida. Venceu o lado que sabe da importância de respeitar as instituições democráticas e fazer o país funcionar.  

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A vitória do Presidente Lula significa a reconquista da esperança do povo brasileiro. Países do mundo já sinalizaram que voltarão a investir no Brasil a partir de 2023. Voltar a ter reconhecimento do investimento internacional, prognóstico de mercado otimista, dólar em baixa. Esses são alguns dos principais indícios da condução correta de um país.

Segundo pesquisa do Datafolha, economia e saúde são as áreas que mais preocupam o povo brasileiro. A partir de 1º de janeiro, o salário mínimo vai voltar a ser reajustado acima da inflação, o Bolsa Família vai ser de R$ 600.

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Para saúde, não haverá cortes no orçamento em 2023. Os cortes de investimentos do governo Bolsonaro no programa Farmácia Popular, na Saúde Indigena, no programa de prevenção a HIV/Aids para rechear o orçamento secreto de seus aliados no Congresso não mais existirão.

O terceiro governo Lula vai fazer aquilo que já fez e vai fazer ainda melhor: dar dignidade ao povo. Vai colocar a trabalhadora e o trabalhador no orçamento. Vai priorizar o bem-estar. Vai fazer com que os gastos em saúde pública sejam investimento e não mercadoria. Vai fazer com que o Brasil volte a ser olhado com respeito pelos outros países do mundo. Vai fazer com que a proteção climática esteja no centro do debate. Vai governar para todos. 

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