Lula-lá, com sinceridade!
Se ele sairá candidato ou não, isso já nem é central. O definitivo de tudo isso é que 2018 passa objetivamente pelos movimentos de Luís Inácio; ou seja, para onde pender Lula, pende 2018. A direita entendeu isso!
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Saiu outra pesquisa! Lula, de novo, e de longe, lidera as intenções de voto para a presidência da república. Segue com praticamente quarenta por cento dessa tendência; não é qualquer coisa! Ter esse peso político mesmo depois da maior guerra político-manipulatório-midiática da história brasileira só nos diz algo definitivo: Lula não é só um político; é um acontecimento, um conceito, um marco definitivo na história nacional, por sinal, um dos principais da enviesada história política brasileira.
Se ele sairá candidato ou não, isso já nem é central. O definitivo de tudo isso é que 2018 passa objetivamente pelos movimentos de Luís Inácio; ou seja, para onde pender Lula, pende 2018. A direita entendeu isso!
Na verdade, Lula lidera e ganha em todos os levantamentos feitos por todos os institutos de pesquisas, (eu disse todos!) inclusive aqueles realizados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), não por acaso, entidade militante no golpe que destituiu Dilma Roussef da presidência do país.
Como expressão da reabilitação do fascismo brasileiro, fenômeno só percebido com o Integralismo dos anos de 1940 cuja figura central era Plínio Salgado, desponta o boquirroto Bolsonaro e que possui surpreendentes quinze por cento destas intenções.
O PSDB, o fiel escudeiro do golpismo, amarga as piores posições desde sua fundação e, ao que indica, passará ao largo das grandes decisões de 2018. Na verdade, esse drama tende a se agravar com o embuste que o morto-vivo Aécio Neves representa e que tenta se restaurar à frente do partido como se nada houvera acontecido. Sem falar no mal-estar, na "despolítica" representada por João Doria e que, até agora, não disse a que veio no governo da cidade de São Paulo.
Ciro Gomes, dúbio e titubeante, gravita entre a análise da sócio-política brasileira e em um esforço confuso por, digamos, renovar o trabalhismo brasileiro. A estratégia parece não estar dando certo.
Espia sorrateira, como é do seu feitio, Marina Silva; deve assumir sua candidatura mais adiante, quando direita e esquerda retomarem seus velhos e tradicionais pactos de conciliação política tão próprios da tradição política brasileira.
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